Paulo Moura (São José do Rio Preto, 15 de julho de 1932 — Rio de Janeiro, 12 de julho de 2010) foi um clarinetista, saxofonista, arranjador, maestro e compositor brasileiro, com estilo que combinava ritmos de diversas culturas e tradições, como choro, samba, jazz, carimbó e música erudita.
Ao longo da carreira, atuou em duos, trios, quartetos, pequenas orquestras populares e bandas de jazz, transitando pela música de gafieira, pela música erudita e por palcos internacionais como o Festival Internacional de Jazz de Berlim (1982), o Free Jazz Festival (1986) e o Montreaux Jazz Festival (1992). Em 2000, foi consagrado vencedor do primeiro Grammy Latino na categoria Álbum Regional ou de Raízes Brasileiras, pelo disco Pixinguinha, na formação Paulo Moura e os Batutas.
Chorinho para Mignone (com André Sachs)
Coquetel (com André Sachs & Benita Michahelles)
Diálogo (Para a Paz Mundial) (com Alex Meireles)
Dois sem Vergonha (com Wagner Tiso)
Fantasia para o Hino Nacional para sax alto
Folia Nordestina (com Alex Meireles)
Mantenha o Groove ( com André Sachs)
Pixinguinha no Arpoador (com João Donato)
Rio Nocturne (com Maria Vasco)
Trem do Moura ( com André Sachs
Trilha Sonora para Bale de Paulo Antonnine
(1956) Moto Perpétuo - Columbia 78
(1956) Paulo Moura e sua Orquestra para Bailes - Sinter LP
(1958) Paulo Moura Sweet Sax - RCA Victor LP
(1959) Paulo Moura interpreta Radamés Gnattali - Continental LP
(1960) Tangos e Boleros - Chantecler LP