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Pedro Paulo (político)

Economista e político brasileiro

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Pedro Paulo Carvalho Teixeira (Rio de Janeiro, ⁣29 de junho de 1972) é um economista e político brasileiro, filiado ao Partido Social Democrático (PSD). Foi deputado estadual, e está no quarto mandato como deputado federal pelo Rio de Janeiro.

Filho de um funcionário público e de uma professora, Pedro Paulo nasceu no Cachambi e cresceu na Taquara, em uma família de classe média. Trabalhou como office boy no Banco do Brasil, estudou economia na UCAM, formou-se e fez pós-graduação pela UFRJ, e possui mestrados pela UFF e pela FIAP, em Madrid. É casado com a atriz Tatiana Infante e tem três filhos.

No fim de 2015, Pedro Paulo foi acusado de violência doméstica por sua ex-mulher, Alexandra Marcondes, por agressões que teriam ocorrido entre 2008 e 2010. Em entrevista à Folha de S.Paulo, o político admitiu a agressão, atribuindo o caso a um episódio de descontrole durante uma discussão do casal.⁣ Entretanto, em agosto de 2016, a Procuradoria Geral da República pediu o arquivamento da denúncia contra o deputado por falta de provas, o que foi acolhido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux.

Começou sua atuação política ao ter sido nomeado administrador do autódromo de Jacarepaguá, indicado pelo então subprefeito da Barra e Jacarepaguá Eduardo Paes ao prefeito Cesar Maia. Em 2001, tornou-se subprefeito da Barra e Jacarepaguá, e um ano depois, assumiu o cargo de secretário municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro.

Em 2006, em sua primeira candidatura, foi eleito deputado estadual pelo PSDB com 31.355 votos. Na ALERJ, presidiu a Comissão de Saneamento Ambiental, e foi vice-presidente do Conselho de Ética.

Em 2010, foi eleito deputado federal pelo PMDB com 105.406 votos. Em 2014, foi reeleito novamente com 162.403 votos, sendo o sexto mais votado no estado.

Por ocasião das eleições presidenciais de 2014, surpreendeu a cúpula tucana telefonando para Aécio Neves e declarando que iria votar no tucano. Eduardo Paes, então prefeito do Rio de Janeiro e também filiado ao PMDB, classificou tal situação como "bacanal eleitoral".

Foi chefe da Casa Civil da prefeitura do Rio de Janeiro, sob Eduardo Paes. Em 2015, assumiu o cargo de secretário de Coordenação de Governo do município.

Em 2016, foi candidato à prefeitura do Rio de Janeiro pelo PMDB, tendo como vice na chapa a deputada Cidinha Campos. Ficou em terceiro lugar com 488 775 votos (16,12% do total), deixando a disputa ainda no primeiro turno.

Em seu segundo mandato como deputado federal, votou a favor da admissibilidade do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Já durante o Governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos. Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista, inclusive em relação à terceirização irrestrita. Em agosto de 2017 votou contra o pedido de abertura de investigação do presidente Michel Temer. Foi relator do projeto que instituiu o regime de recuperação fiscal dos estados e do DF.

Foi reeleito em 2018 pelo DEM, com 56 646 votos. Em 2021, assumiu o cargo de secretário de Fazenda e Planejamento do município do Rio de Janeiro, que deixou no ano seguinte para concorrer à reeleição como deputado. Chegou a deixar o posto para retornar à Câmara por breves períodos.

Foi reeleito em 2022 pelo PSD, com 76 828 votos. Em 2023 foi relator de um projeto para taxar fundos de investimento no exterior utilizados por super ricos. Em 2024 publicou um texto defendendo as emendas parlamentares como vitais à saúde fiscal dos entes recebedores, em especial os municípios.

Em 2025 votou a favor da controversa PEC da Blindagem, que instituiria a necessidade de autorização prévia, e em votação secreta, da Câmara ou do Senado para o STF processar parlamentares, ampliando a proteção de parlamentares contra investigações, processos criminais e civis. É relator da PEC da reforma administrativa.

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