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Sebastião Wágner de Souza e Silva

Futebolista brasileiro

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Sebastião Wágner de Souza e Silva, mais conhecido como Wágner (Nova Iguaçu, 20 de janeiro de 1969), é um ex-futebolista brasileiro que atuava como goleiro.

Fez sucesso no Botafogo na década de 1990, sendo campeão em diversos títulos do alvinegro carioca. Fez pelo clube 412 jogos e sofreu 503 gols, no período de 1993 a 2002, sendo o segundo goleiro com mais partidas na história do clube.

Foi considerado o 20º maior ídolo do Botafogo em pesquisa realizada pelo jornal O Globo, em 2020.

Wágner começou a se destacar no Bangu no começo dos anos 1990.

Em 1993, ele foi para o Botafogo, ano que conquistou a Copa Conmebol como reserva de Willian Bacana. Disputou posição de titular com Carlão e ficou como titular do "Glorioso". Passou por um momento complicado em 1994, quando foi muito criticado e esteve próximo de sair. Wágner foi figura importante do time botafoguense em 1995, quando suas defesas ajudaram o alvinegro a conquistar o título do Brasileirão, na equipe que contava com craques como Túlio Maravilha, Wilson Gottardo, Sérgio Manoel, Gonçalves e Donizete.

Além de ter sido campeão brasileiro em 1995, Wágner fez parte de outras conquistas botafoguenses, como o Campeonato Carioca de 1997 e o Torneio Rio-São Paulo de 1998. Em 2002, depois de perder algumas vezes a titularidade para o goleiro Kleber, ter alguns atritos com a torcida e um problema com a diretoria envolvendo muitos meses de salários atrasados, Wágner acabou saindo do Botafogo, em junho.

Depois disso, ainda jogou no Santo André e no America-RJ, e em 2004 se aposentou do futebol jogando no Madureira. Curiosamente, sua última partida como jogador foi justamente contra o Botafogo, pelo campeonato estadual daquele ano.

Cotado para a Seleção Brasileira

Wágner chegou a ser cotado para a Seleção Brasileira algumas vezes na década de 1990, quando estava em grande fase no Botafogo, principalmente em 1997, quando se destacou em muitos jogos e foi campeão carioca. Houve muitos pedidos dos torcedores cariocas e da imprensa do Rio de Janeiro para que ele fosse para a Seleção, mas não foi convocado nenhuma vez pelo então técnico Zagallo, que preferiu o goleiro do Vasco, Carlos Germano. Além de Germano, a concorrência tinha nomes como Dida, Rogério Ceni, Ronaldo Giovanelli, Fábio Noronha, Danrlei e o veterano Cláudio Taffarel. Em algumas entrevistas, Wágner lamentou por não ter conseguido jogar na Seleção.

Logo depois de se aposentar como jogador, trabalhou como treinador ao comandar o Boavista-RJ entre 2004 e 2005 e o São Cristóvão em 2007. Também foi preparador de goleiros do Botafogo, entre agosto de 2009 e junho de 2010. Nesse período, foi campeão estadual em 2010 e trabalhou ao lado de outro grande goleiro do Botafogo, Jefferson.

Fora do futebol, trabalhou por um tempo como taxista. Atualmente, atua como empresário.

É o segundo goleiro com mais partidas na história do Botafogo, com 412 partidas, atrás somente de Manga.

Foi considerado o 20º maior ídolo do Botafogo em pesquisa realizada pelo jornal O Globo, em 2020.

Foi incluído no Guinness Book como o goleiro que mais tomou gols de falta na história do futebol: 73 gols ao todo.

Torneio Internacional Eduardo Paes: 1994

III Torneio Pres. da Rússia (President of Alaniya Cup): 1996

Campeonato Carioca: 2010 (como preparador de goleiros)

Copa Internacional de Futebol Legends: 2019

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