Neste Dia

Thiago Gagliasso

Ator, produtor de eventos, político brasileiro e deputado estadual do estado do Rio de Janeiro

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Thiago Gagliasso Onofre Ferreira (Rio de Janeiro, 9 de junho de 1989) é um ator, produtor de eventos e político brasileiro, filiado ao Partido Liberal (PL). É irmão caçula do também ator Bruno Gagliasso e cunhado da atriz Giovanna Ewbank. É deputado estadual do Rio de Janeiro.

Biografia e carreira artística

Tem ascendência italiana por parte da mãe. Foi produtor das festas Outros 500 e Errejota, e atuou na divulgação do restaurante Família Gagliasso, aberto por seus irmãos e pais.

Começou a carreira artística atuando no teatro e em comerciais de televisão, posteriormente atuando em novelas como Luz do Sol e Os Mutantes: Caminhos do Coração, ambas da Record. Na RedeTV!, participou do programa Mega Senha.

Em 2011, participou da quarta edição do reality show A Fazenda, sendo o décimo eliminado da competição. Durante o confinamento, o ator foi pivô da expulsão de Duda Yankovich depois de ser agredido pela ex-lutadora após um desentendimento entre os dois durante um jogo de basquete na piscina. Também foi alvo de polêmica ao comentar que havia desferido tapas nas cabras atrás do galinheiro, um local que, segundo ele, não era filmado pelas câmeras do programa. O vídeo com seus comentários foi disponibilizado no YouTube e alguns sites publicaram transcrições completas. Diversas ONGs protetoras de animais, como a PETA, se manifestaram no Twitter pedindo sua expulsão.

Em 2019, Gagliasso foi nomeado assistente da Superintendência de Artes da Secretaria de estado de Cultura e Economia Criativa (SECEC), no governo de Wilson Witzel.

Em 2021, após a Chacina do Jacarezinho, Gagliasso compartilhou um vídeo de uma mulher segurando um fuzil junto a jovens armados, afirmando que ela era a mãe de uma das vítimas da operação, o que a Polícia Militar desmentiu. A mãe em questão o processou pela notícia falsa, e ele foi condenado a indenizá-la em 10 mil reais, valor considerado irrisório pelo advogado dela. Em 2023, as bancárias contas de Gagliasso foram bloqueadas judicialmente para pagar a indenização.

Apoiador do então presidente Jair Bolsonaro, Gagliasso filiou-se ao PL em março de 2022 para concorrer a deputado estadual do Rio de Janeiro nas eleições de outubro, quando foi eleito com 102 038 votos, sendo o sétimo candidato mais votado para o cargo. Na ocasião, ele declarou ao TSE não ter bens no próprio nome.

A posição bolsonarista de Thiago abalou sua relação com o irmão Bruno, que se opõe a esta ideologia.

Em incidentes separados, Gagliasso foi acusado de transfobia e racismo em 2023. No segundo caso, foi acusado pela cantora Ludmilla, a quem ele processou.

Em fevereiro de 2024, votou a favor do fim do afastamento da deputada Lucinha, determinado pelo Tribunal de Justiça do estado por ela ser acusada de possuir ligações com milicianos.

Em dezembro de 2025, votou a favor da soltura de Rodrigo Bacellar, então presidente afastado da ALERJ, acusado de vazar a operação que prendeu o então deputado estadual TH Joias, associado à facção criminosa Comando Vermelho.

Em abril de 2026, um projeto apresentado por Gagliasso contra a violência obstétrica foi aprovado na ALERJ com apoio suprapartidário.

Perfil de Thiago Gagliasso na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro

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