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Cleópatra: A Última Rainha do Egito

69-30 a.C. — poder, sedução e o fim de uma era

16 min de leitura15/03/2024
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Cleópatra VII não era apenas bela — era brilhante. Falava nove idiomas, era matemática, filósofa e estrategista política. Ela foi a última governante da dinastia ptolemaica do Egito e uma das figuras mais fascinantes da antiguidade.

Aos 18 anos, Cleópatra assumiu o trono do Egito ao lado de seu irmão Ptolemeu XIII. Quando ele a exilou, ela não aceitou a derrota. Enrolou-se em um tapete e foi contrabandeada até os aposentos de Júlio César — conquistando o homem mais poderoso do mundo.

Com o apoio de César, Cleópatra recuperou o trono. Após o assassinato de César em 44 a.C., ela se aliou a Marco Antônio, formando uma das parcerias mais poderosas — e românticas — da história.

Juntos, Cleópatra e Antônio desafiaram Roma. Mas na Batalha de Ácio em 31 a.C., foram derrotados por Otaviano. Em 30 a.C., ambos se suicidaram — Antônio com sua espada, Cleópatra supostamente com a picada de uma áspide.

Com sua morte, o Egito se tornou uma província romana. A era dos faraós, que durava mais de 3.000 anos, chegou ao fim.

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Curiosidades

Poliglota

Cleópatra falava pelo menos nove idiomas, incluindo egípcio, grego, hebraico, árabe e latim.

Não era egípcia

Cleópatra era de origem grega-macedônia, descendente de Ptolemeu I, general de Alexandre, o Grande.

Perfume próprio

Cleópatra tinha sua própria fábrica de perfumes e cosméticos no Mar Morto.

Linha do Tempo

69 a.C.

Nascimento

Cleópatra nasce em Alexandria, Egito.

51 a.C.

Rainha do Egito

Aos 18 anos, Cleópatra assume o trono.

48 a.C.

Encontro com César

Cleópatra se alia a Júlio César e recupera o poder.

41 a.C.

Aliança com Antônio

Inicia sua aliança política e romântica com Marco Antônio.

30 a.C.

Morte

Cleópatra se suicida. O Egito se torna província romana.

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