Cleópatra VII não era apenas bela — era brilhante. Falava nove idiomas, era matemática, filósofa e estrategista política. Ela foi a última governante da dinastia ptolemaica do Egito e uma das figuras mais fascinantes da antiguidade.
Aos 18 anos, Cleópatra assumiu o trono do Egito ao lado de seu irmão Ptolemeu XIII. Quando ele a exilou, ela não aceitou a derrota. Enrolou-se em um tapete e foi contrabandeada até os aposentos de Júlio César — conquistando o homem mais poderoso do mundo.
Com o apoio de César, Cleópatra recuperou o trono. Após o assassinato de César em 44 a.C., ela se aliou a Marco Antônio, formando uma das parcerias mais poderosas — e românticas — da história.
Juntos, Cleópatra e Antônio desafiaram Roma. Mas na Batalha de Ácio em 31 a.C., foram derrotados por Otaviano. Em 30 a.C., ambos se suicidaram — Antônio com sua espada, Cleópatra supostamente com a picada de uma áspide.
Com sua morte, o Egito se tornou uma província romana. A era dos faraós, que durava mais de 3.000 anos, chegou ao fim.